sábado, 31 de mayo de 2008

MUCHA ANIMACION EN LA ROMERIA






















El tiempo aunque con muchas nubes ha acompañado el dia con una temperatura muy suave que apetece estar en el campo ,por lo tanto se ha disfrutado de mucha animacion en la romeria ,teniendo un poco de todo ,puestos de bisuteria ,casetas ,atracciones para los mas jovenes y niños y casetas de tiro y puestos de todo tipo ,para amenizar la mañana y la tarde entre pinchito y pinchito .El olor a barbacoa y a carbon era lo mas atrayente al entrar en los terrenos donde se celebra .La juventud de aqui y los que acompañan de los pueblos de alrededor hacen que la romeria sea un acto social de mucha importancia en nuestro pueblo en el que se vuelca mucha gente participando ,primero en la procesion y despues en pasar un dia en familia .

4 comentarios:

  1. UM ÓCIO PRODUZIU UM SONETO EM PORTUGUÊS SOBRE TÁLIGA....



    TÁLIGA, VILA ENCANTADA

    Táliga, pequena Vila encantada,
    outrora Terra Portuguesa,
    de Olivença foi separada
    pŽra realçar sua beleza!

    Sua História foi atribulada,
    tanto, que nem há certeza
    de onde ficaria situada
    a sua templária fortaleza!

    Tem antiga traça alentejana,
    uma Santa de bela talha,
    uma pequena ponte veterana...

    Em Táliga, a gente raiana
    sempre ostentou como medalha
    a sua liberdade soberana!

    Carlos Luna
    26-Outubro-2008
    carlosluna@iol.pt

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  2. O ÓCIO PRODUZIU UM SEGUNDO SONETO SOBRE TÁLIGA....
    _______
    UM POEMA SOBRE UMA SANTA ROUBADA...QUE NÃO O FOI !!!
    Explicação: em Táliga, vila que foi aldeia de Olivença até 1850, dizia-se que "os
    portugueses roubaram a Santa da terra!". Era comum os taliguenhos receberem os
    portugueses com esta acusação. Em 2007, a Santa "nova" foi restaurada por verdadeiros
    especialistas espanhóis, que descobriram o que já muitos suspeitavam: por debaixo de
    pinturas completamente imprórias, estava uma "estátua" portuguesa do século XVII, ou
    seja, estava a Santa "roubada". Assim se desfez uma calúnia absurda, que o velho
    sacristão, snr. Felisberto Silva, falecido há poucos anos com idade muito avançada, e
    falando português, dizia que mais não era do que isso: uma calúnia, resultado de um
    restauro infeliz, e de interesses políticos "conhecidos". O meu poema procura elogiar a
    "santa", e chamar a atenção para um erro de cinquenta anos, ou mais!

    A SANTA ESCONDIDA
    (Táliga/OLIVENÇA)

    Linda Nossa Senhora dos Santos,
    de Táliga, Santa protectora;
    há séculos que ouves cantos
    das gentes de que és tutora!

    Em Olivença, os teus acalantos
    conhecidos são, oh! Senhora!
    Em Juromenha, até, teus encantos
    chegaram, formosa benfeitora!

    Quatro séculos tens de "vida"
    a proteger quem te adora
    lá da tua singela ermida!

    Afinal, nunca te foste embora!
    Sob disfarce, estavas escondida,
    mas sempre foste a d´outrora!

    Carlos Luna
    Estremoz, 13 de Novembro de 2008

    carlosluna@iol.pt

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  3. O CASTELO DE TÁLIGA (região histórica de Olivença)

    Táliga, na tua singeleza
    de honesto labor diário,
    lembras-te duma fortaleza,
    velho castelo Templário.

    Cresceste terra portuguesa.
    O Castelo, feito lendário,
    tornou-se numa incerteza
    do reino do imaginário.

    Amiúde foste destruída;
    mas sempre te reergueste
    uma vez e outra renascida.

    Tantas vezes sobreviveste
    no fragor de luta renhida
    que o teu presente enobreceste!

    Estremoz, 19 de Novembro de 2008
    Carlos Eduardo da Cruz Luna
    carlosluna@iol.pt

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  4. Los de Táliga, aun que dependientes de Olivença por muchos años, siempre se han dicho "VIZINHOS"(Vecinos), lo que significaba "hombres libres"; y tenian juez propio !!!)

    VIZINHOS DE TÁLIGA(=HOMENS LIVRES DE TÁLIGA")
    (do título usado por Táliga, 1297-1801:"VIZINHOS DE TÁLIGA, (...)")
    A Olivença estavas unida,
    mas sempre te recusaste,
    Táliga, a ser conhecida
    como pormenor ou engaste.

    A tua população decidida
    sempre possuiu, por teimosia,
    um juiz a que dava guarida
    e que em tuas ruas vivia.

    Os teus habitantes orgulhosos
    sempre "vizinhos" se diziam,
    mesmo em momentos tormentosos.

    Esse nome, então, só traziam
    alguns dos mui poucos, jactosos(*),
    que de nenhum Senhor dependiam.

    (*)jactosos=vaidosos

    Estremoz, 19 de Novembro de 2008
    Carlos Eduardo da Cruz Luna
    carlosluna@iol.pt

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